
Boa noite queridos leitores! Como estou de férias e com pouquíssimas coisas pra fazer, tenho mais tempo pra ficar atualizando o blog... Bom, porque ele estava meio abandonado. Tudo bem que, acabo não tendo tantas coisas pra escrever... (não por falta de ter o que escrever, mas por preguiça de digitar tudo que passa na minha cabeça... meus dedos não são tão rápidos quanto minha mente DDA).
Falando em DDA, muita gente tem me perguntando o que é isso. Quanto à parte médica não posso dizer muito, além do nome: Distúrbio do Déficit de Atenção (também chamado de TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Tudo o que sei foi através de internet e livros. Repito mais uma vez que nunca fui ao psiquiatra nem tive diagnóstico. Então vou me reter a dizer o que é ser um DDA (tomando como modelo a mim mesma).
Ser DDA é ser sonhador, viver como se fizesse parte de um filme onde tudo girasse à sua volta;
Ser DDA é ter imensa criatividade, escrever belas histórias, lindas músicas, enfim, ser um artista;
Ser DDA é ter todos os sentimentos aguçados, nervos à flor da pele, é amar e odiar intensamente;
É gritar com alguém e logo ter vontade de abraçá-lo, correndo para seus braços, mas nunca dando o braço a torcer;
É ser completamente desastrado, quebrando tudo à sua volta, vivendo cheio de ematomas que nem sabe onde conseguiu, sendo um verdadeiro perigo ambulante para todos que estão ao redor;
É sorrir, gritar, chorar e sorrir de novo em menos de 1 minuto;
É ouvir uma música triste e começar a viajar e lamentar a vida... e depois ouvir uma música agitada e pensar que tudo é tão feliz...;
Ser DDA é ter sempre uma sensação de tédio contínuo, sentir que sempre está faltando alguma coisa, como se nunca fôssemos nos sentir felizes, completos;
É ter depressão, porque o cérebro libera tanta adrenalina (com seu mal funcionamento do córtex pré-frontal), que faz com que nunca possamos liberar toda essa adrenalina, nos sentindo sempre incapazes;
É se olhar no espelho e se sentir tão feio, tão mal, que mesmo que todos à sua volta te elogiem, de nada adianta... (acharam que ter DDA só tinha qualidades né?);
Ter DDA é se sentir meio perdido, completamente diferente de todo mundo, sem lugar, sem rumo, sem meio e sem fim...
Mas ter DDa também é ser belo, ser sensível, ser sempre a esperança de um mundo que possa ser verdadeiramente do jeito que é em seus pensamentos...
Mas também é ser meio louco quando começa a querer expressar demais com palavras o que não consegue... aquilo que só é visível e possível em sua mente...
Ter DDA é ser DDA... influencia em todo seu jeito de ser, agir e pensar, em toda sua essência.
Eu sou DDA. Eu sou diferente. Mas ser diferente, é normal...
***********.........BeijinhOsSsSssSsS..............*********
Postado ao som de: Hana Pestle - Need
Falando em DDA, muita gente tem me perguntando o que é isso. Quanto à parte médica não posso dizer muito, além do nome: Distúrbio do Déficit de Atenção (também chamado de TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Tudo o que sei foi através de internet e livros. Repito mais uma vez que nunca fui ao psiquiatra nem tive diagnóstico. Então vou me reter a dizer o que é ser um DDA (tomando como modelo a mim mesma).
Ser DDA é ser sonhador, viver como se fizesse parte de um filme onde tudo girasse à sua volta;
Ser DDA é ter imensa criatividade, escrever belas histórias, lindas músicas, enfim, ser um artista;
Ser DDA é ter todos os sentimentos aguçados, nervos à flor da pele, é amar e odiar intensamente;
É gritar com alguém e logo ter vontade de abraçá-lo, correndo para seus braços, mas nunca dando o braço a torcer;
É ser completamente desastrado, quebrando tudo à sua volta, vivendo cheio de ematomas que nem sabe onde conseguiu, sendo um verdadeiro perigo ambulante para todos que estão ao redor;
É sorrir, gritar, chorar e sorrir de novo em menos de 1 minuto;
É ouvir uma música triste e começar a viajar e lamentar a vida... e depois ouvir uma música agitada e pensar que tudo é tão feliz...;
Ser DDA é ter sempre uma sensação de tédio contínuo, sentir que sempre está faltando alguma coisa, como se nunca fôssemos nos sentir felizes, completos;
É ter depressão, porque o cérebro libera tanta adrenalina (com seu mal funcionamento do córtex pré-frontal), que faz com que nunca possamos liberar toda essa adrenalina, nos sentindo sempre incapazes;
É se olhar no espelho e se sentir tão feio, tão mal, que mesmo que todos à sua volta te elogiem, de nada adianta... (acharam que ter DDA só tinha qualidades né?);
Ter DDA é se sentir meio perdido, completamente diferente de todo mundo, sem lugar, sem rumo, sem meio e sem fim...
Mas ter DDa também é ser belo, ser sensível, ser sempre a esperança de um mundo que possa ser verdadeiramente do jeito que é em seus pensamentos...
Mas também é ser meio louco quando começa a querer expressar demais com palavras o que não consegue... aquilo que só é visível e possível em sua mente...
Ter DDA é ser DDA... influencia em todo seu jeito de ser, agir e pensar, em toda sua essência.
Eu sou DDA. Eu sou diferente. Mas ser diferente, é normal...
***********.........BeijinhOsSsSssSsS..............*********
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